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Santa Helena de Goiás, 20 de Outubro de 2017

Cirurgia de Pterígio

Como é a cirurgia do pterígio?


Existem diversas  técnicas cirúrgicas disponíveis para tratar o pterígio. Nos casos de pterígios  que nunca foram operados, a técnica mais recomendada consiste em retirar a  lesão (e o tecido fibroso adjacente) e realizar um transplante de conjuntiva. O  transplante de conjuntiva visa recobrir o local da lesão, diminuindo o risco de  recorrência (retorno do pterígio).


É necessário “dar pontos”?


Antigamente, a cirurgia  do pterígio necessitava de “pontos” (sutura), que geravam bastante desconforto  ao paciente. Felizmente, com a evolução de novos materiais, já existe a  possibilidade de realizar a cirurgia sem pontos. Isto é possível graças ao uso  de colas especiais, chamadas de colas de fibrina. Este recurso, diminui o tempo  da cirurgia (torna a cirurgia mais rápida) e diminui o desconforto no  pós-operatório.


Como é a anestesia?


Geralmente optamos por  uma anestesia local, evitando-se os riscos da anestesia geral. Existem diversas  modalidades de anestesia local, desde o simples uso de gotas anestésicas, até  as técnicas de bloqueio regional (bloqueio peribulbar). Assim, cada caso deve  ser avaliado individualmente, optando-se pela técnica mais adequada para cada  paciente.


O pterígio pode voltar?


Sim, o pterígio pode  voltar, algum tempo depois da cirurgia, o que se chama de recorrência. O que  sabemos, atualmente, é que, existem técnicas cirúrgicas melhores, capazes de  diminuir muito o risco de recorrência. Assim, por exemplo, uma cirurgia bem  feita, com transplante de conjuntiva, apresenta um risco de recorrência bem  menor do que uma cirurgia simples, sem o transplante de conjuntiva. Além disto,  pterígios que já foram operados mais de uma vez apresentam maior risco de  recorrência.


E nos casos mais avançados, como é a cirurgia?


Casos mais avançados ou  já operados anteriormente apresentam maior risco de recorrência. Por isso,  nestes casos, às vezes, temos que realizar uma cirurgia mais complexa,  envolvendo outros recursos, além do transplante de conjuntiva. Um destes  recursos consiste na aplicação de medicações anti-mitóticas durante a cirurgia,  como a mitomicina C. Outra possibilidade é o uso de membrana amniótica  especialmente preparada para tratar a superfície ocular. Esta membrana  apresenta propriedades anti-inflamatórias, ajudando no processo de recuperação  no pós-operatório. Além destes recursos adicionais, cirurgias mais complexas  também envolvem maior atenção do cirurgião ao retirar o tecido fibroso, a fim  de reconstituir a superfície ocular da melhor maneira possível.


Precisa ficar internado?


Normalmente, não há  necessidade do paciente ficar internado após a cirurgia. Assim, a cirurgia é  considerada ambulatorial, pois o paciente retorna para casa após a cirurgia.



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