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Santa Helena de Goiás, 11 de Dezembro de 2017

Cirurgia de plástica ocular

 

O QUE É ISSO?


A Cirurgia Plástica ocular é uma especialidade da Oftalmologia que  cuida das pálpebras e dos tecidos em volta dos olhos, como glândulas,  cílios e o sistema de drenagem da lágrima. Essas estruturas, tão  delicadas têm a função essencial de proteção dos olhos e, portanto, da  visão.


A pele das pálpebras, assim como em todo o corpo, pode ser acometida  por doenças de várias causas, como infecções, tumores e traumatismo. No  entanto, a íntima relação das pálpebras com os olhos exige cuidados  especiais no tratamento dessas doenças, evitando o prejuízo da função  visual.


TUMORES DA PÁLPEBRA.


A anatomia da pálpebra possui características peculiares, com  estruturas especialmente voltadas para a proteção do olho. Um tumor,  mesmo que benigno, pode trazer sérias complicações visuais, se não for  cuidado. Tumores agressivos podem invadir tecidos mais profundos em  volta do globo ocular, às vezes com conseqüências desastrosas para a  visão.


O tratamento cirúrgico nas fases iniciais pode evitar a lesão de  estruturas importantes e permite uma reconstrução melhor da pálpebra.  Assim, o surgimento de qualquer lesão é um bom motivo para uma  avaliação com um oftalmologista especializado em Plástica Ocular.

 

  Proteger-se contra a radiação ultravioleta com protetor solar, evitar  exposição excessiva ao sol e procurar tratamento precocemente são  atitudes importantes na prevenção dos tumores da pele.


BLEFAROPLASTIA


Além da cirurgia reparadora, a plástica ocular pode melhorar a estética  palpebral, com a blefaroplastia. O excesso de pele e gordura em torno  dos olhos pode dificultar a função da pálpebra e dar a aparência de  cansaço (olheiras) e sensação de peso.


A cirurgia é feita com anestesia local e uma leve sedação. Não é  necessário internação. Na blefaroplastia superior, a pele e a gordura  são retiradas por uma incisão no sulco palpebral (dobra).


Na blefaroplastia inferior a incisão é feita pela pele, logo abaixo dos  cílios. Quando há somente bolsas de gordura e não há excesso de pele, a  incisão é feita pela parte interna da pálpebra, não sendo necessária  sutura (pontos), na maioria dos casos.


É importante informar sobre doenças prévias, como hipertensão arterial  e diabetes, assim como o uso de medicamentos. Antes da cirurgia são  pedidos exames de sangue e avaliação cardiológica.


BOTOX


A toxina botulínica (Botox) é uma substância injetável que paralisa  temporariamente as fibras musculares no local onde é aplicada. Além do  seu uso terapêutico nas distonias musculares como o blefaroespasmo  (espasmo da pálpebra), o Botox® está aprovado para usp cosmético.


A indicação principal são as rugas de expressão, que são as que  aparecem em decorrência dos movimentos faciais como: sorrir, franzir a  testa e levar a sobrancelha. As rugas mais profundas e que persistem  mesmo em repouso facial também podem ser atenuadas com o tratamento.


A aplicação na região ocular deve ser cuidadosa para não afetar os  músculos responsáveis pela movimentação ocular e da pálpebra. Após a  aplicação são necessários alguns cuidados, como repouso facial e de  exercícios físicos, e não deitar por 4 horas. O efeito máximo se dá  após 15 dias, mas já nos primeiros dias é possível perceber as mudanças.


VIAS LACRIMAIS


As vias lacrimais são as estruturas responsáveis pelo escoamento da  lágrima. Elas se iniciam no canto interno das pálpebras, nos pontos  lacrimais, e terminam dentro do nariz. O principal sintoma relacionado  à obstrução das vias lacrimais é o lacrimejamento sem que haja  inflamação ocular. Essa obstrução pode ocorrer por várias causas.


No recém-nascido, as vias lacrimais podem ainda não estar completamente  abertas, sendo necessárias, às vezes, a sondagem para forçar a abertura  do canal.


Na idade adulta, a obstrução pode ocorrer devido à degeneração da  mucosa, por processos inflamatórios, doenças nasais, flacidez das  pálpebras ou traumas. A lágrima acumulada dentro do canal pode levar a  infecção e até à formação de abscessos. A avaliação das vias lacrimais  permite ao médico saber se há obstrução e em qual nível do canal  lacrimal está o problema. O tratamento é cirúrgico e a técnica depende  do tipo e do nível de obstrução.



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